Se o rebalanço do balançado,
O requebrejo do requebrado,
E o beijo dum seu amado,
Vai mudar o teu vidro embaçado.
É o embalo do embalado,
O compasso descompassado,
O futuro premeditado,
Um presente inestimado.
O que vai mudar as cores
Das asas finas de meus pintores,
Que melecaram com seus primores,
Meus castos olhos enxergadores.
Quem vai deixar se passar por samba
Aquele lambada que se lamba,
E se trupica e se escamba.
Pois prefiro um passo qualquer a essa muamba.
E todos seguem o trio e vão indo,
Vão esquecendo o osso, e vão sorrindo!
E quando os olhos fechar, eu findo!
Vou querer só ver, quem vai ficar só rindo!
Informal.
Leonardo.
quarta-feira, 25 de julho de 2007
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